NOSSOS BEBÊS

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Na ordem: Felipe, Hiana, Laila, Laura, Gabriel, Maria Alice, Miguel, Guilherme e Samar

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Mães de UtiNeonatal
Primeiramente Mães. Chegou a grande Hora e aconteceu o que não esperávamos, viramos mães de Uti. E ninguém, nunca, está preparado pra isso. Buscamos forças não sei onde, principalmente na fé, nos familiares, no nosso bebê que aguarda ancioso. Então não teria uma só palavra para descrever quem são as mães de Uti. Somos simplesmente mães.
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Amor

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A história de Laila

Nunca tive muuuuita vontade de ser mãe, tinha um desejo, um sonho, mas nada pra agora, seria algo lá p/ 30 anos, achava e acho lindo crianças, principalmente meninas, com tds seus meigos adereços, mas sabendo do tamanho trabalho e dedicação necessários para um bb, era algo q eu e meu marido muitas vezes nem pensamos em ter, e quando começamos a pensar, seria para o quarto ou quinto ano de casamento.
Até que descobri uns nódulos e cisto nas mamas e comecei a me sentir pra baixo, com medo de não poder ter filho (nada a ver eu sei, mas eu sou mt dramática ihih), e ai veio o conselho médico de parar com os anticoncepcionais, e assim após quatro meses, começaram as suspeitas, que em janeiro foram comprovadas através do beta, estava sim grávida e já com 4 semanas. Chorei muito, pq não me sentia preparada, e sabia a grande mudança que enfrentaria. Meu marido só fazia sorrir, ficou mttt feliz só qria contar a tds. E assim foram passando os meses, ouvimos o coraçãozinho bater pela usg, estava tudo muito bem, eu estava mais saudável do que nunca, disposta, fazendo caminhadas, fazendo pilates, me sentia mttt bem mesmo!
O sexo do bb só descobrimos no 6º mês e junto com essa notícia descobrimos um envelhecimento precoce da placenta mas ainda grau 1, ficamos preocupados, mas segundo os médicos não havia nada para se preocupar apenas acompanhar mais. Montamos o enxoval, compramos tudo em dois finais de semana.
Porém, em uma sexta, 19/06/2015, eu comecei a sentir algumas dores, mas nada forte e achei que não fosse nada d+, continuei minhas atividades, andei na cidade no sábado pela manhã, jantei com os amigos à noite, fiz feira no domingo de manhã, subi e desci escadas, sem saber que aquelas dores eram contrações, e tb havia uma gosminha amarelinha que ao urinar ela sempre estava lá, porém uns meses atrás o médico tinha me informado que era uma lubrificação do útero, então não dei importância, porém a outra gosminha era transparente, a chamada clara de ovo, essa era perda da mucosa, o tampão, e eu não sabia. Quando as dores se intensificaram e fui contando o tempo, percebi que eram contrações e fomos ao hospital, chegando lá estava com 3cm de dilatação, e foram iniciadas as medicações para inibir o parto, feitos exames para pesquisar alguma infecção, mas não havia nada, então após todo o tratamento a dilatação aumentou foi para 6cm, e ai tive que ficar internada e então veio o desespero, o medo e a incerteza, o que estaria por vir? 
Continuei tomando remédios para inibir o parto, uma criança prematura era o que os médicos não queriam e eu nem sabia o quão grave era tudo isso, as dores diminuíram, porém não a dilatação, após mais uma avaliação médica, na segunda 22/06 pela manhã, o médico percebe que quase não havia mais tampão, e que o parto teria que acontecer, tomaria a segunda injeção de corticoide para amadurecer o pulmão da minha Lailinha, que graças a Deus até ai não estava sofrendo, o parto seria na terça dia 23/06, porém por volta das 18h do dia 22/06, a bolsa estourou, a injeção foi dada após a bolsa ter estourado, a dilatação chegou no máximo, e as 20h48min nasce minha bbzinha Laila,  de parto normal.
Não chorou assim que nasceu, estava um pouco roxinha, após alguns segundos chorou bem fraquinho, e meu coração estava dilacerado, perdido e ainda sem saber metade da história que se iniciaria. Ela foi levada à UTIN, meu marido foi vê-la e trouxe uma foto. 
 
Não pude pegá-la, nem tocá-la nas primeiras horas de sua vida, amamentá-la muito menos, ela nem comia, se alimentava através de NPT (mas já falei sobre isso no outro texto Corte do cordão umbilical). A partir do nascimento da Lailoca, iniciou toda a maratona, na quarta 24/06, tive alta e fui para a casa dos meus pais, com muita dor no coração e um rio de lágrimas nos olhos, mas um pouco de alegria atingiu meu coração quando ainda na quarta à noite voltei para vê-la e ela tinha iniciado a alimentação por leite materno, 2ml e foi justamente o que consegui tirar e só de saber que ela se alimentaria pelo meu leite, o que traria mais força pra ela, alegrou muuuuuuito meu coração, as lágrimas não pararam, mas havia um pouco de alegria. Então na quinta, novamente à noite fico sabendo o que provocou o nascimento prematuro da minha filha e não era algo simples, infelizmente, era uma infecção no sistema nervoso, meningite, e que segundo o médico de plantão seria tratada com dois antibióticos porém ele não poderia afirmar que ela não teria sequelas, lembro que fui tirar mais leite para alimentá-la e meu marido ficou aos prantos na recepção do hospital. Foi uma noite TERRÍVEL, com INCERTEZAS bem maiores que essas letras maiúsculas. Após 7 dias de ATB Laila ainda  com aparelhos para lembrá-la de respirar, pois é, ela teve algumas apneias e isso era HORRÍVEL tb, e a infecção ao invés de desaparecer como pedi a Deus, ela aumentou, e veio a ventriculite uma complicação da meningite, e as chances de sequelas só aumentaram. O neuro foi chamado e as notícias eram boas, Laila é uma menina ativa e suas respostas neurológicas estavam preservadas, é a vida na UTIN é assim intercalada de boas e más notícias. Havia dias em que Laila tomava meu leite e outros não, pq deixava resíduo, pq a barriga distendia, dias que fazia cocô outros dias que não, dias que abria os olhos, sorria, chorava, outros que ficava bem quietinha, o que deixava o papai agoniado e angustiado. Bem, com a ventriculite ela iniciou novos ATBs, dessa vez devido ao número de células mais de 3mil, seriam 28 dias, e assim aumenta a distância de trazê-la para casa.  As fotos mostram a fase crítica do tratamento.
 
Porém, após 5 dias de ATBs o número de células havia diminuido drasticamente para 50 e poucas células, e após 7 dias ela havia zerado, Laila estava curada da infecção, Deus com sua imensa misericórdia atendeu nossos pedidos(havia mttttt gente clamando p/ Laila), agora era só aprender a mamar, ganhar peso e ir para casa. Ganhou o peso adequado para começar a mamar, foi um trabalho intenso com ajuda da fono, e o momento mais delicioso aconteceu. 
E ai, toda vez que chegava na UTIN ela já estava chorando querendo meu colo, meu peito, minha presença, e eu nem qria mais sair de lá, era o melhor momento, até fazer xixi nas calças eu fiz um pouquinho só pq não qria sair dali nem p/ ir ao banheiro heheheheh.
Tomou sangue duas vezes, devido a um sangramento de grau 1 na hora do parto, e na segunda vez devido a anemia que ela teve, que segundo os médicos ocorre pq ela cresce mt rápido e o corpo não está totalmente preparado, enfim já estava mais perto, mas a angústia ainda era grande, enquanto não saísse dali o medo fazia parte da rotina.
Até que com a graça de Deus ela ganhou o peso desejado e foi para o quarto, ficamos lá por 3 dias, pq após sair da incubadora perdeu um pouco de peso e precisou ganhar por dois dias seguidos. Primeiro banho dado pela mãezinha aqui.
Após esses dias no quarto, com muita luta pra ganhar peso, eu estava gripada, fiquei de máscara o tempo todo e sem moleza, era peito o tempo todo para ganhar o peso certo, mesmo sem mamar bem certinho ainda, usava o intermediário de silicone, e ela mamava bem direitinho, ganhou o esperado e fomos para casa, iniciar a grande jornada particular agora, só nossa e da nossa grande família que estava todo o tempo em luta e oração. As fotos mostram o quarto dos vozinhos arrumado c mttttt amor p/ recebê-la.
 

 
E hoje com a graça de Deus, Laila tem uma maravilhosa visão, audição e sem comprometimentos neurológicos, pq o nosso Deus é grande em amor e misericórdia a nós! Glória sempre ao nosso Deus!! 


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Novo Calendário de vacina para Prematuro

Novo calendário de vacinação para prematuros: saiba o que mudou!

A PREMATURIDADE É UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTES DE CRIANÇAS NO PRIMEIRO MÊS DE VIDA. ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA IMUNIZAÇÃO PARA A VIDA DO SEU BEBÊ

CAROLINA PISCINA 

Durante todo o mês de outubro, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM) apresenta o novo calendário de vacinação para bebês prematuros, aqueles nascidos com menos de 37 semanas de gestação e menos de 2,5 quilos. Isso porque quanto menor o período gestacional e menor o peso do bebê, maiores são os riscos.
De acordo com dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos, apresentado pelo SUS e pelo Ministério da Saúde, nascem 931 prematuros por dia, ou 40 por hora, apenas no Brasil. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, o país está entre as 10 nações com maior nascimento de bebês prematuros, em relação a todos os partos realizados.
“No Brasil, ainda temos uma grande disparidade em relação aos prematuros. Enquanto em algumas poucas regiões se observa  um alto índice de sobrevivência de prematuros nascidos com poucos meses de gestação, em outras a mortalidade é grande, por falta de cuidados adequados. Nosso objetivo com este calendário é sugerir um padrão de cuidado para todas as localidades do país”, afirma o especialista e vice presidente da SBIM, Renato Kfouri.
Uma das principais causas de hospitalizações e  mortalidade entre bebês prematuros é a infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um vírus sazonal, cuja estação de circulação varia de região para região no Brasil. “Como o VSR pode ocorrer em diferentes épocas nas várias regiões brasileiras, o calendário para prematuros prevê períodos de imunização distintos: na região Norte, os prematuros devem ser imunizados de  janeiro a junho; no Sul, de março a agosto; e nas outras regiões, entre fevereiro e julho”, recomenda Kfouri.
Para mais informações sobre o calendário e sobre as recomendações para prematuros, acessewww.sbim.org.br.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Reportagem sobre Prematuros no fantástico dia 11/10

Abaixo segue um vídeo exibido no Jornal Fantastico da Globo falando sobre prematuros.

Vale a pena conferir.




domingo, 4 de outubro de 2015

Quanto tempo depois da mamada posso dar banho no bebê?

Quanto tempo depois da mamada posso dar banho no bebê?

Paulo Ferreira


Não existe uma regra exata de quanto tempo depois de mamar o bebê pode tomar banho.
Minha recomendação, porém, é que se espere pelo menos uma hora depois da mamada para colocar a criança no banho. 

Depois desse tempo, teoricamente o estômago já está mais vazio. Isso diminui o risco de regurgitações ou vômitos durante as manipulações que ocorrem no banho. 

O problema não é tanto a água, mas toda a movimentação por que a criança passa: vira para cá, vira para lá, tira a roupa, coloca a roupa, deita, levanta etc. 

Você pode aproveitar o banho para iniciar a rotina da hora de dormir.

É normal o bebê fazer cocô depois de todas as mamadas?

É normal o bebê fazer cocô depois de todas as mamadas?

Sim, é normal fazer e não fazer. Certos bebês fazem cocô sempre que mamam (depois da mamada ou até durante). Já outros fazem cocô uma vez a cada três dias, e todos são normais. 

Fazer cocô depois de toda mamada é ainda mais comum em recém-nascidos que só mamam no peito. Na verdade, é um bom sinal: mostra que a criança está recebendo bastante leite. 

Quando o bebê tem entre 3 e 6 semanas, o ritmo da defecação costuma diminuir um pouco, mas alguns continuam fazendo cocô depois de cada mamada (haja fralda!). Não é incomum que uma criança de 1 ano de idade ainda faça cocô de 3 a 5 vezes por dia. 

Bebês que tomam fórmulas artificiais tendem a fazer menos cocô que bebês amamentados no peito. Mas ainda assim é normal se eles defecarem depois de cada mamadeira. 

A regra geral é: se seu filho está agindo normalmente e não ocorreu uma mudança no padrão do cocô, não há motivo de preocupação, mesmo que ele defeque toda hora. No entanto, caso o cocô da criança tenha mudado de repente e ficado mais aquoso, é melhor falar com o médico, porque pode ser sinal de diarréia. 

Bebês que fazem cocô muitas vezes por dia ficam mais sujeitos a assaduras. Capriche no creme antiassaduras como prevenção. Se não houver sinal de irritação, você pode usar apenas vaselina, mas, caso a pele esteja começando a ficar vermelha, é melhor usar uma pomada que contenha óxido de zinco (os produtos tradicionais antiassaduras normalmente têm).

Como é um cocô normal de bebê

Como é um cocô normal de bebê
Cocô de bebê é sempre uma surpresa: pode ter consistência e aspecto muito estranhos, e pais e mães ficam se perguntando se aquilo é normal ou se há algum problema. Às vezes é preciso olhar com os próprios olhos para se tranquilizar. 
Por isso o BabyCenter criou esta galeria de fotos meio incomum, onde você vai encontrar exemplos de cocô normal. 
Mas atenção: são fotos de verdade, ou seja, podem ser um pouco nojentas. Só prossiga se quiser mesmo ver as imagens. Em geral, vale a recomendação: se você continuar com dúvidas sobre o cocô do bebê, converse com o pediatra.


Cocô de recém-nascido (mecônio)
As primeiras fezes do bebê são bem estranhas, pretas ou esverdeadas, parecidas com piche ou óleo de carro. O mecônio não cheira mal, portanto você pode não perceber que a fralda está suja.

A partir do segundo, terceiro ou quarto dia após o nascimento, o cocô vai clareando (e ficando mais verde). Isso quer dizer que ele começou a digerir o leite materno ou o artificial e que o intestino está funcionando como deveria.


Cocô de bebê que mama no peito
Quando o bebê só toma leite materno, o cocô é amarelo ou esverdeado, e pode ser bem líquido, com pequenos "carocinhos" mais sólidos. Tem um cheiro específico, que você vai aprender a reconhecer, mas que não é o cheiro de cocô a que você está acostumada.

O cocô pode ser bem mais verde que o da foto, e ainda assim será normal. Desde que a criança não tenha nenhum outro sintoma, não há com o que se preocupar.

Quando o cocô fica verde por muito tempo, pode ser sinal de que o bebê está tomando apenas o primeiro leite que sai do peito, que tem menos calorias. Para que ele mame também o leite que sai depois, que é mais gorduroso e nutritivo, assegure-se de que ele esvazie totalmente um dos seios, para só depois oferecer o outro. Se estiver dando os dois peitos em toda mamada, sempre comece pela mama que ofereceu por último na vez anterior.

Prepare-se para trocar muita fralda, porque bebê amamentado faz cocô após quase todas as mamadas.


Cocô de bebê que toma fórmula em pó
O cocô de bebês que tomam mamadeira de fórmulas lácteas é mais pastoso e tende para o marrom -- pode ser mais para o escuro, para o amarelado ou para o verde. O cheiro é mais forte do que o cocô de bebês que mamam só no peito, mas ainda não chega a ser a "bomba" que é o cocô de crianças que já comem outros tipos de alimento.





Cocô de bebê que toma vitamina ou fórmula com ferro


Se seu filho toma fórmula enriquecida com ferro ou suplemento de ferro em gotas, o cocô dele pode ficar bem verde, às vezes quase preto, como o da foto. É uma variação normal. 
É importante saber: se o cocô do seu filho estiver muito escuro e ele não tomar vitamina com ferro ou fórmula enriquecida com ferro (observe o rótulo), é bom mencionar para o médico, porque às vezes o cocô pode ficar escuro pela presença de sangue digerido.



Cocô de bebê que já come outros alimentos
O cocô muda assim que você começa a dar outro tipo de comida para o bebê. Você vai sentir a diferença rápido, especialmente se antes seu filho só mamava no peito. As fezes ficam mais marrons e pastosas. O cheiro também muda (para pior!).








Cocô com pedaços de comida


Às vezes você vai encontrar coisas surpreendentes na fralda: um cheiro de mamão, grãos de milho, um tom avermelhado (se ele tiver comido beterraba, por exemplo), pedaços cor de laranja.

É assim mesmo, não se preocupe. O trânsito intestinal dos bebês é bem rápido, por isso muitas vezes não dá tempo de a comida ser completamente digerida. Tende a acontecer mais quando a criança come muita quantidade de um alimento só, ou se come muito rápido. 

Agora, se todo dia aparecerem pedaços de comida na fralda, é hora de falar com o médico, para que ele garanta que o intestino está funcionando direito e absorvendo todos os nutrientes necessários.



Prisão de ventre
Se o seu bebê faz "cocô de bolinha", é provável que sofra de um pouco de prisão de ventre. A criança sente dor na hora de fazer cocô, e pode até sair um pouquinho de sangue do ânus, porque as fezes são duras e machucam na saída. 

Converse com o pediatra se a maioria dos cocôs do seu filho for na forma de bolinhas. A prisão de ventre pode acontecer por causa da introdução de novos alimentos, mas também indicar algum tipo de intolerância ao leite.



http://brasil.babycenter.com/l4600029/o-coc%C3%B4-do-beb%C3%AA-fotos

sábado, 3 de outubro de 2015

Amamentação

 
" Eu achei que amamentar fosse tão automático quanto ser mãe: se quando nasce um filho, nasce uma mãe, então essa mãe vai amamentar. Não necessariamente. Não se tiver mamilos invertidos, prótese, redução de mama, se sentir muita dor, se o leite não descer ou se secar - e o meu secou. Para uma mãe que sempre sonhou em viver o momento mágico-de-filme do filho mamando no peito, do olho no olho, da mãozinha segurando o nosso dedo, a notícia da mamadeira cai como uma bomba. Chorei, me julguei e repassei a gravidez inteira na minha cabeça tentando descobrir onde errei - se foi o chocolate que comi, a noite que não dormi ou aquela escada que subi. O meu sofrimento durou até eu dar a primeira mamadeira. Foi quando descobri duas coisas: eles também olham no nosso olho e a mãozinha também segura o nosso dedo quando mamam na "dedêra". Descobri que esse é um assunto polêmico e não estou aqui para polemizar. Se eu posso usar minha imagem para ajudar minimamente que seja, escrevo por isso - principalmente para mulheres na mesma situação que eu. E se você é uma delas, aí vai a minha terceira e melhor descoberta: o amor que bate no peito, bate também na mamadeira." Fernanda  Gentil.